09 JUNHO 2017

Vídeo da entrega dos Prémios Human Resources 2016

Já está disponível o vídeo da cerimónia de entrega dos Prémios Human Resources 2016. Conduzida por Salvador Martinha, realizou-se no passado dia 4 de Maio, no Museu da Electricidade, em Lisboa, contando com uma plateia de 260 convidados.

 

 

Esta foi a 6.ª edição dos Prémios Human Resources. Relembramos os vencedores:

 

Melhor Empresa

Qual a empresa em que mais gostaria de trabalhar?

Microsoft

 

Gestão de Talentos

Qual a empresa que melhor gere e promove o desenvolvimento dos seus talentos?

Sonae / Continente

 

Gestão de Seniores

Qual a empresa que tem a melhor política na optimização dos colaboradores mais seniores?

CTT

 

Espírito de Equipa

Qual a empresa com o melhor espírito de equipa?

Delta

 

Equilíbrio Empresa/ Família

Qual a empresa com maior equilíbrio entre a vida profissional e pessoal/ familiar?

Delta

 

Igualdade de Género

Qual a empresa que mais promove e defende a igualdade de género?

CTT

 

Comunicação Interna

Qual a empresa que tem as melhores práticas de comunicação interna?

EDP

 

Inovação em Gestão de Pessoas

Qual a empresa que tem os processos mais inovadores em Gestão de Pessoas?

Sonae

 

Envelhecimento Activo e Preparação para a Reforma

Qual a empresa com melhores práticas relativas ao envelhecimento activo e preparação para a reforma?

Caixa Económica Montepio Geral

 

Responsabilidade Social

Qual a empresa socialmente mais responsável?

SCML - Santa Casa da Misericórdia de Lisboa

 

Responsabilidade Social - PME

Qual a PME socialmente mais responsável?

Jaba Recordati

 

Promoção de Saúde e Bem-Estar

Qual a empresa com as melhores políticas para a promoção da saúde e bem-estar dos seus colaboradores?

TAP

 

Mobilidade

Qual a empresa que tem as melhores políticas e práticas para a mobilidade?

EDP

 

Prestação de Serviços

Qual a empresa que presta os melhores serviços a terceiros, na área de Gestão de Pessoas?

Randstad

 

Prestação de Serviços - Portuguesa

Qual a empresa portuguesa que presta os melhores serviços a terceiros, na área de Gestão de Pessoas?

CH Consulting

 

Estabelecimento de Ensino

Qual o estabelecimento de ensino que apresenta as melhores acções de formação sobre Gestão de Pessoas?

Nova SBE

 

Empresa Pública e SPE

Qual a empresa pública / sector público estatal com a melhor performance ao nível de gestão de Pessoas?

Instituto de Segurança Social

 

Tecnologia

Qual a empresa que melhor aplica a tecnologia na Gestão de Pessoas?

Deloitte

 

Academias

Qual a empresa que apresenta a melhor academia?

EDP

 

Meritocracia

Qual a empresa que melhor aplica os princípios da meritocracia

L'Oréal

 

Eventos Internos

Qual a empresa que tem os melhores eventos internos?

EDP

 

Director (a) de Gestão de Pessoas / Recursos Humanos

Qual o (a) Director (a) de Gestão de Pessoas / recursos Humanos que mais gostaria de ter?

Catarina Horta, Caixa Económica Montepio Geral

 

Presidente / CEO

Qual o (a) Presidente / CEO que mais gostaria de ter?

António Mexia, EDP

 

Personalidade do Ano

Jorge Magalhães Correia | Fidelidade

 

Os Prémios Human Resources são uma iniciativa da revista Human Resources Portugal. A escolha dos nomeados em cada categoria coube ao trabalho conjunto entre o painel de Conselheiros e a equipa editorial que tiveram em conta estudos publicados nos últimos dois anos sobre clima, satisfação, reputação, liderança, sustentabilidade, responsabilidade social, entre outros.

Numa segunda fase, iniciou-se uma votação online para a escolha dos vencedores. No total foram contabilizados 21 421 votos.

 

Veja também estas notícias.

 


 

Fonte: Human Resources | Junho 9, 2017

Para o Diretor de Marketing da Jaba Recordati a Confiança deve ser um dos pilares estratégicos das marcas, ainda mais quando fazem parte do universo da saúde e bem-estar, como sucede com os medicamentos.

 

«Tal como uma pessoa que oculta o nome não nos merece total confiança, também um produto que não tem marca não nos deveria merecer igual confiança»

Observa Rui Rijo Ferreira, especificando a apologia dos medicamentos genéricos ou dos produtos de linha branca, que, como diz, menosprezam a importância da Confiança na marca.

 

«É um facto que estes produtos não são iguais, mas sim similares, o que não é exatamente a mesma coisa»

Especificando como as marcas podem alcançar a tão almejada Confiança por parte dos consumidores.

"Podemos confiar nas marcas?"

Colocámos a pergunta provocatória a alguns líderes.

Rui Rijo Ferreira aceitou o desafio:

 

«A confiança numa marca é resultado de um comportamento, consistente e repetido dessa mesma marca. A experiência do consumidor irá determinar o nível de confiança dessa marca não só para esse cliente individual, mas para todos os que ele irá influenciar com a partilha da sua própria experiência.

Numa marca que interfere com a saúde e o bem-estar do consumidor, como sucede com o medicamento, a Confiança é absolutamente um dos seus pilares estratégicos. No caso do Medicamento de prescrição médica obrigatória, é o profissional de saúde que terá de ter confiança na marca que prescreve. No caso dos medicamentos de venda livre, as companhias têm de criar essa confiança no profissional de farmácia ou no consumidor final. A marca é o nome do produto.

Tal como uma pessoa que oculta o nome não nos merece total confiança, também um produto que não tem marca não nos deveria merecer igual confiança. Infelizmente, vemos que por diversos interesses, uns claramente economicistas outros menos claros, a apologia dos medicamentos genéricos ou dos produtos de linha branca menospreza a importância da confiança na marca. É um facto que estes produtos não são iguais, mas sim similares, o que não é exatamente a mesma coisa.

Quando consumo um medicamento ou um outro produto de marca, como consumidor sei que todos os elementos que o compõem foram selecionados para que o resultado final esperado seja consistente e de acordo com as expectativas geradas. Se assim não for, a minha experiência vai ser negativa, mas saberei a quem reclamar e responsabilizar. Os danos para a marca poderão ser significativos. Se não tiver marca, as consequências de uma experiência negativa não vão ter um nome. Os danos diretos no produto serão mínimos, por isso, naturalmente o respetivo produtor não tem o mesmo tipo de preocupações

 


 

Fonte: Revista Líder.