01 SETEMBRO 2016

Um mar de oportunidades

Ainda antes da parceria com a FPVela, a TransAct®Lat já iniciara a sua ligação à vela em 2013, com a assinatura de um protocolo de colaboração com o Clube Náutico de Almada (CNA), tendo a primeira colaboração sido sob a forma de patrocínio do Campeonato Nacional de Classe Snipe. que decorreu na península de Tróia, nesse mesmo ano.

«O protocolo com o CNA tem como vocação o apoio à actividade de formação de classes mais novas de velejadores», explica o profissional. A Jaba Recordati ajuda a disponibilizar condições para a formação de jovens velejadores que contribuirão, não só para divulgar ainda mais a vela, mas também, salienta Rui Rijo Ferreira, «para desenvolver nas gerações mais novas hábitos de vida saudáveis e responsabilidade e capacidade de decisão».

O protocolo assinado com o Clube Náutico de Almada tem vindo a ser renovado Foi em Julho de 2015 que a Federação Portuguesa de Vela (FPV) e a Jaba Recordati estabeleceram uma parceria que prevê a presença da marca TransAct''' Lat nas acções organizadas pela federação. Uma parceria que se concretiza através do apoio do TransAct®Lat à actividade da FPV e do contributo para a divulgação da prática da vela. «Faz parte a divulgação no website, nas viaturas da FPV, na sua comunicação institucional e nos eventos desportivos organizados pela FPV», diz a título de exemplo Rui Rijo Ferreira, director de Marketing da Jaba Recordati.

Fruto desta parceria, a marca TransAct Lat - penso transdérmico anti-inflamatório para dores musculares e dores nas articulações - passou a estar associada à FPV e esteve presente nas acções organizadas pela Federação, com relevància para os Campeonatos de Portugal Cruzeiros ORC de 2015 e de 2016 ou o Campeonato de infantis na ilha de Faro. 
O TransAct®Lat esteve presente no XI Campeonato de Portugal de Infantis, na ilha do Farol, em Faro. A ligação à vela permite impactar maioritariamente, o target das classes A e B dos 18 aos 75 anos.

Nas palavras de Rui Rijo Ferreira o balanço deste primeiro ano da parceria com a FPV é «extremamente positivo e correspondeu aos objectivos estabelecidos, tanto em termos de divulgação/activação da marca, como em termos da qualidade dos eventos patrocinados».

Apesar das parcerias com a Federação Portuguesa de Vela e com o Clube Náutico de Almada, a marca não apoia velejadores em especifico. O director de Marketing explica o porquê: «A vocação do TransAct®Lat é orientada para as actividades de uma forma abrangente e não para os patrocínios individuais, até porque está vedada a utilização de figuras públicas na promoção de medicamentos.» Características transversais Apesar de a TransAct®Lat ser uma marca de pensos transdérmicos adequados para toda a prática desportiva, decidiu associar-se especificamente ao território da vela. O motivo é simples. explica Rui Rijo Ferreira: «A vela traduz um estilo de vida e uma preocupação com a forma e saúde que se identifica com os valores da Jaba Recordati e do TransAct®Lat.» A empresa pretende reforçar a identificação da _taba Recordati como sponsor de actividades promotoras de um estilo de vida saudável e divulgar a utilidade de TransAct®Lat como ajuda para a solução de eventuais percalços, lesões musculares ou traumáticas. 

No entanto, as portas não estão fechadas para a entrada noutros desportos de mar. 

«Estamos sempre abertos a considerar outras oportunidades que vão surgindo e que se identificam com o espírito e objectivos do TransAct®Lat », assegura o responsável. A empresa tem também em conta que os desportos de mar são apenas uma das vertentes da colaboração do TransAct®Lat, que, pelas suas características, tem uma identificação transversal com um crescente leque de actividades e desportos, do râguebi ao jogging, do ciclismo ao parkour.

Na realidade, o penso TransAct®Lat é um anti-inflamatório para dores musculares. Cada penso está impregnado com a substância activa flurbiprofeno (pertence ao grupo dos fármacos denominados and -inflamatórios não -esteróides e é utilizado em medicamentos por forma a alterar a forma como o organismo responde à dor, inchaço e temperatura elevada), substância essa que é libertada de forma sustentada com a quantidade necessária para o eficaz tratamento para dor muscular, directamente para a área afectada com uma absorção sistémica mínima.

As dores musculares, dores nas pernas, dores nas articulações, dores lombares, dores no pescoço, dores musculares nas pernas, dores musculares nas costas e lesões musculares podem assim ser tratadas com este medicamento não sujeito a receita médica. 

A marca pretende ser vista pelos desportistas como o penso transdérmico para todos os que têm uma actividade física regular e não querem ser obrigados a parar por pequenas lesões decorrentes dessa mesma actividade. Aliás, o "claim" da marca - "Passa por cima da dor!" - vem no sentido de as pequenas lesões não deverem ser um obstáculo para a prática da actividade de que se gosta.

Considerando que a maioria dos velejadores com frequência sofre de pequenas lesões, sobretudo ao nível lombar ou das articulações dos membros superiores e inferiores, a TransAct®Lat acredita que começou já a ser vista por estes como a solução para estes "pequenos" problemas.


Fonte : Cision | Marketeer | 01-09-2016

Estudos recentes apontam que níveis adequados não só reduzem risco de contrair o novo coronavírus como de desenvolver complicações. Confinamento ajudou a aumentar procura.

Dia Mundial da Vitamina D

Só até setembro, foram vendidas nas farmácias mais de 60 mil embalagens de suplementos de vitamina D e quase 18 mil unidades de multivitamínicos que contêm a vitamina do sol. Os números ultrapassam largamente os dos últimos anos e foi durante o confinamento que as vendas foram mais expressivas. Esta segunda-feira comemora-se o Dia Mundial da Vitamina D.

Os portugueses já gastaram mais de um milhão de euros a comprar suplementos com vitamina D este ano, segundo dados do Centro de Estudos e Avaliação em Saúde da Associação Nacional das Farmácias. É o valor mais alto desde 2017. E foi no segundo trimestre - que coincidiu com o confinamento do país - que se bateu o recorde deste ano de vendas nas farmácias: mais de 33 mil embalagens (ver infografia).

Preços estão a subir

Se compararmos com o mesmo período de 2019, o aumento é de 143%. A procura é tanta que o preço está a subir. Estes suplementos custavam, em média, 11,25 euros no ano passado; em 2020, o preço médio está quase nos 13 euros.

Além do confinamento, estudos recentes poderão explicar a corrida à suplementação. As investigações apontam todas no mesmo sentido: esta vitamina não só reduz o risco de contrair o novo coronavírus, como de desenvolver complicações em caso de infeção.

Um teste piloto feito por investigadores do Hospital Universitário Reina Sofia, em Espanha, foi o que mostrou, de forma mais evidente, que a vitamina D pode contribuir para a recuperação da covid-19.

O estudo, publicado em outubro no Journal of Steroid Biochemistry and Molecular Biology, dividiu em dois um grupo de 76 doentes hospitalizados com SARS-CoV-2. Em 50 foi administrada vitamina D, em 26 não. Do primeiro grupo, apenas um doente foi admitido na Unidade de Cuidados Intensivos e nenhum morreu. Do segundo, 13 deram entrada na UCI e dois morreram.

O reumatologista José Pereira da Silva, que coordenou um estudo que concluiu que 66% dos adultos portugueses têm insuficiência de vitamina D, não se surpreende.

"A vitamina D é capaz de ajudar o organismo a prevenir infeções e, simultaneamente, é muito equilibrada ao evitar que o sistema imunológico entre em velocidade excessiva".

Significa que "esta molécula diminui a tendência do organismo em exagerar na defesa contra a infeção".

"Isto é algo que acontece em muitas infeções em que o organismo reage tão fortemente para matar a infeção que acaba por matar o hospedeiro. É isso que acontece com a covid. As pneumonias não são causadas pelo vírus, mas pelo organismo a tentar combater o vírus".

Pereira da Silva diz que Portugal precisa de agir "para evitar a tendência da falta de vitamina D na população, garantindo a racionalidade, quer no uso quer nos preços". E defende "uma política de saúde pública para suplementar todas as pessoas com mais de 65 anos, visto que os idosos têm menos vitamina D e acumulam mais doenças".

 

Estudos Promissores

A Universidade de Medicina de Chicago concluiu que ter níveis adequados de vitamina D é importante para reduzir o risco de contrair o novo coronavírus. Já a Universidade de Boston analisou amostras de sangue de 235 doentes de covid-19 e aqueles com níveis suficientes de vitamina D desenvolveram menos complicações.

 

Quem tem mais Défice de Vitamina D?

Pessoas com mais de 65 anos, mulheres, obesos, grávidas ou pessoas com pele escura têm mais risco de sofrer de défice de vitamina D.

 

Medicamentos

Os suplementos alimentares não estão sujeitos a regras tão rigorosas como os medicamentos. Mas há medicamentos com vitamina D sujeitos às regras do Infarmed, à base de colecalciferol. Como o Deltius, Egostar®, Molinar ou Vigantol.

 

Apanhar sol

É recomendável expor os braços e pernas durante 10 a 15 minutos ao sol por dia. Mas em Portugal isso só é eficaz entre abril e setembro, durante as horas de mais calor. Somos capazes de produzir vitamina D quando a nossa sombra é mais curta que a nossa altura.

 

Alimentação

A vitamina D pode ser absorvida através de alimentos como leite, cereais, cavala, sardinha ou salmão. Mas isso só nos fornece 5% da vitamina D necessária.

 


 

Fonte: Jornal de Notícias