01 SETEMBRO 2017

O Bojador além da dor - Entrevista a Rui Rijo Ferreira

Pelo terceiro ano consecutivo, a marca TransAct® está presente no território dos desportos de mar, nomeadamente na vela, através de parceria com a Federação Portuguesa de Vela e com alguns clubes desta modalidade. A marca de pensos transdérmicos, do portefólio da latia Recordati, e que conta com a assinatura "Passa por cima da dor", encara a vela como um desporto que reflecte de forma "natural" o seu posicionamento.

«A vela, por lidar com forças externas imprevisíveis (vento, mar), requer conhecimento, eficácia por parte do velejador. TransAct® está claramente posicionado para o adulto activo, que tem de lidar todos os dias com forças externas (trabalho, actividade física, actividades domésticas), que não pode parar e que precisa de algo que seja muito eficaz e que permita manter o seu ritmo», afirma Rui Rijo Ferreira, director de Marketing da Jaba Recordati.

 

Para além de TransAct®, também a marca Guronsan® tem realizado parcerias na área dos desportos náuticos, com o mesmo racional, isto é, associar energia e bem-estar a modalidades desportivas

Em entrevista à Marketeer, Rui Rijo Ferreira revela a estratégia das duas marcas nesta área, as suas motivações, acções realizadas e rumo para o futuro.

 

Quanto e em que contexto surgiu a entrada de TransAct® no universo dos desportos de mar? Através de que desporto e com que propósito?

A aposta da Jaba Recordati com TransAct® na vela iniciou-se em 2015, de uma forma muito natural. Os barcos à vela são utilizados como meio de transporte desde a antiguidade e como desporto desde o século XIX. A vela foi um importante instrumento no desenvolvimento da civilização. Hoje é fundamentalmente um desporto que apela a um estilo de vida saudável, com uma boa condição física, e que implica uma forte adaptabilidade às condições externas e a capacidade rápida de resposta com um objectivo claro traçado. Estas são características muito semelhantes aos valores da nossa companhia. Assim, a associação deste desporto com o nome TransAct' faz todo o sentido.

 

Qual o balanço da actuação da marca neste território?

O balanço é muito positivo. A visibilidade da marca acompanha o crescimento desta modalidade no nosso País. A vela tem uma forte tradição, mas continua a crescer e a reinventar-se em quantidade de provas realizadas e qualidade das competições.

 

Qual o posicionamento da Jaba Recordati neste universo?

A Jaba Recordati, através de TransAct®, tem uma parceria com a Federação Portuguesa de Vela e com alguns clubes de vela.

 

O que levou à associação de TransAct® com a vela?

A associação de TransAct® com a vela começa desde cedo, na sua essência. A vela, por lidar com forças externas imprevisíveis (vento, mar), requer conhecimento, eficácia por parte do velejador. TransAct® está claramente posicionado para o adulto activo, que tem de lidar todos os dias com forças externas (trabalho, actividade física, actividades domésticas), que não pode parar, e que precisa de algo que seja muito eficaz e que permita manter o seu ritmo. Dai a associação natural da marca TransAct® e da vela.

 

Equacionam associar esta marca a outros desportos? Porquê?

Sim, claramente. Em primeiro lugar, porque o sucesso que a associação com a vela teve pode ser replicado noutras modalidades. Já o estamos a fazer no "running", por exemplo. É importante para a marca TransAct® estabelecer parcerias que transmitam a necessidade de ter um estilo de vida saudável e de ter o ritmo que nos é exigido no quotidiano.

 

Que outras marcas da Jaba estão associadas a desportos de mar?

O Guronsan® também tem algumas parcerias com desportos de mar, exactamente com o mesmo racional, associando energia e bem-estar a modalidades desportivas.

 

Qual o target que a Jaba pretende impactar com a estratégia traçada no âmbito dos desportos de mar?

O target que pretendemos impactar é o adulto activo, com uma vida profissional e pessoal exigente, que não pode e não quer parar por consequência de uma lesão e que pretende uma solução para a dor localizada rápida, eficaz.

 

Qual a estratégia de comunicação traçada para este território?

A estratégia de comunicação é simples - menos conversa, mais acção. Ou seja, não há motivo para perder qualquer momento da nossa vida. A proposta é manter o ritmo diário profissional e aproveitar ao máximo os tempos livres, de preferência numa actividade desportiva.

 

Que acções de activação de patrocínio estão previstas?

Levámos a cabo no decorrer deste ano algumas acções de apoio a modalidades como a vela, o golfe, o basquete, futsal, o running e até ao cross-Fit e as famosas corridas familiares, com um excelente feedback e impacto muito positivo.

 

Quais os índices de notoriedade da Jaba nos desportos de mar?

O índice de notoriedade não pode ser avaliado na marca Jaba Recordati, mas sim nas suas marcas TransAct® e Guronsan®. Aí a notoriedade é elevada e com o apoio das redes sociais será ainda maior de futuro.

 

Que retorno é que o apoio a estas modalidades tem trazido à marca?

TransAct® e Guronsan® são ambos líderes dos respectivos mercados, com uma performance bastante superior às restantes marcas concorrentes. Este é um dos indicadores do retorno efectivo da estratégia destas duas marcas, bem como o feedback dos produtos, que é fantástico.

 

Que novidades serão anunciadas até ao final do ano?

Até ao final do ano estaremos presentes nos media com uma nova campanha de TransAct® que transmite os valores da marca - para quem não quer parar, mantendo urna vida saudável.

 

Que objectivos espera a Jaba atingir em 2017, no âmbito dos desportos de mar?

Tendo Portugal no seu ADN uma forte ligação ao mar, numa primeira fase com o objectivo de expansão. hoje em dia como forma de lazer, a associação entre a Jaba Recordati e as actividades náuticas levará a um aumento considerável da notoriedade da companhia e sobretudo das marcas por ela comercializadas. Queremos hoje e de futuro estar presentes na mente dos que seguem os desportos em geral. corno o parceiro ideal para que se aproveite ao máximo todos os momentos.

 


 

In Marketeer | 01-09-2017

 


 

Menções legais: Guronsan®, medicamento não sujeito a receita médica, indicado para: tratamento sintomático das astenias funcionais; intoxicações endógenas e exógenas (tabagismo, etilismo); intolerâncias medicamentosas; anorexias. Não utilizar em caso de alergia á substância activa ou a qualquer dos excipientes. Contém sódio e pode provocar insónias. Ler cuidadosamente as informações constantes do acondicionamento secundário e do folheto informativo. Em caso de dúvida ou persistência dos sintomas, consultar o médico ou farmacêutico. TransAct®LAT (flurbiprofeno) está indicado no tratamento sintomático das situações de inflamação musculoesquelética localizada de origem pós-traumática ou reumática, resultando em dores musculares ou das articulações, de natureza aguda ou crónica. Precauções especiais nos seguintes tipos de doentes: idosos, desidratados, com história de asma não alérgica, com alterações hemorrágicas, com insuficiência renal, hepática e/ou cardíaca ou hipertensão, com isquémia cardíaca estabelecida, com doença arterial periférica e/ou doença cerebrovascular, com hiperlipidemia, com diabetes mellitus e hábitos tabágicos. TransAct®LAT deve ser interrompido aos primeiros sinais de rash, lesões mucosas ou outras manifestações de hipersensibilidade. A administração de flurbiprofeno está contra-indicada durante o terceiro trimestre de gravidez. Não se recomenda a utilização em mulheres a amamentar. Medicamento não sujeito a receita médica. Ler cuidadosamente as informações constantes do acondicionamento secundário e do folheto informativo e, em caso de dúvida ou de persistência dos sintomas; consultar o seu médico ou farmacêutico.

Jaba Recordati, S.A., Lagoas Park, 5C - 3º, 2740-245 Porto Salvo | NIF 500492867 | www.jaba-recordati.pt.

Qual área de atuação da Recordati Rare Diseases no mercado nacional?

A Recordati Rare Diseases (RRD) é uma companhia farmacêutica centrada nas pessoas, cujo foco é, e será sempre, os doentes afetados por doenças raras. Acreditamos que cada paciente tem direito ao melhor tratamento possível e, como tal, todos os doentes com doenças raras estão no topo das nossas prioridades. Constituem, por isso, o centro de todos os nossos planeamentos, pensamentos e ações.

De forma muito breve e sucinta, importa contextualizar e referir que, na União Europeia (UE), são consideradas doenças raras, aquelas cuja prevalência é inferior a 1 em cada 2 mil pessoas, tendo em conta o número total de pessoas da UE. A definição de doença rara estabelece-se assim pelo critério de prevalência da patologia. De acordo com a EURORDIS1, atualmente este tipo de doenças afeta 3,5% a 5.9% da população mundial, estimando-se que 30 milhões de pessoas na Europa sejam doentes raros.

Em Portugal e a nível global, a RRD é não só uma voz ativa na consciencialização e investigação deste tipo de patologias, como também nas suas abordagens terapêuticas. Em articulação com a comunidade médica, com os doentes e com a própria sociedade, a RRD atua com elevado dinamismo na área das doenças raras, contribuindo com esperança e com mais e melhor qualidade de vida aos seus doentes.

Atualmente, somos uma empresa em crescimento e perfeitamente integrada no mercado farmacêutico nacional e internacional. O sucesso e a área de atuação da companhia em Portugal estão relacionados e assentes num trabalho multidisciplinar com diferentes stakeholders e players da saúde, garantindo acesso, equidade e um normal circuito do medicamento até ao seu destino final, o doente.

 

Quais as principais áreas terapêuticas que atuam?

Numa altura em que vivemos uma situação única e particular, na qual se verifica uma retração na maioria do mercado nacional e global, a RRD encontra-se em contraciclo, crescendo sustentadamente nas diferentes áreas onde atua.

Conforme tive oportunidade de referir anteriormente, somos uma companhia farmacêutica que se dedica em exclusivo ao tratamento de doenças raras. Nesta perspetiva, a companhia está presente, através dos seus medicamentos órfãos, em distintas áreas terapêuticas com um pipeline terapêutico diversificado e inovador. A área Metabólica faz parte do core business da empresa que, facilmente, se estende a outro tipo de especialidades, como as Oftalmológicas e Nefrológicas ou a Oncologia. Recentemente, a companhia aumentou o seu portfólio, criando uma nova unidade de negócio, focada na Neuro-Endocrinologia. Este aumento de "arsenal terapêutico", permite-nos continuar a crescer de forma sustentada e a encarar de forma positiva e otimista os próximos anos.

 

Que papel tem a Recordati Rare Diseases na sociedade no âmbito da responsabilidade civil na área da saúde?

A Recordati Rare Diseases tem um papel focado na sociedade e, naturalmente o envolvimento que tem com a mesma, é um fator crítico para garantir o acesso dos seus medicamentos órfãos aos doentes em Portugal. Deste modo, o próprio sucesso do circuito do medicamento obriga a uma interação diária e constante entre todos os sistemas e subsistemas de saúde.

O grande desafio da companhia prende-se precisamente com a responsabilidade que a mesma tem, no seu envolvimento com os doentes. É com este espírito de missão e compromisso que trabalhamos diariamente, na tentativa de devolver à sociedade o muito que esta nos dá. É nesta perspetiva que a RRD trabalha diariamente com um conjunto de entidades públicas e privadas, quer seja de cariz político-social quer regulamentar (nomeadamente, Ministério da Saúde, INFARMED e Agência Europeia do Medicamento), tentando assim garantir equidade e acesso ao medicamento de todos os doentes raros em Portugal.

Estes desafios, incluem não só a gestão das doenças, como também a consciencialização e treino das mesmas no desenvolvimento de diretrizes de diagnóstico e cuidados clínicos. Para tal, o papel da companhia será igualmente o de compreender as necessidades dos diferentes intervenientes de saúde e ajudar a desenvolver soluções para uma melhor gestão do paciente, desde o diagnóstico até ao tratamento.

Não menos importante, e numa vertente mais clínica e social, é o trabalho personalizado que exercemos junto das Sociedades Médicas e Associações de Doentes em Portugal e na Europa. Diria que, estes dois "players", na sua maioria sem fins lucrativos, são uma das peças chave da integração e aceitação do doente com patologia rara na sociedade. Uma das nossas prioridades sempre foi, é, e será trabalhar diretamente com estas associações. Propomo-nos a exercer um papel de suporte e apoio a estes grupos de pacientes, aproximando-os, incluindo-os e, com isso, contribuir com maior consciencialização e proatividade nas patologias em que estamos envolvidos. Creio que a aproximação do doente raro à sociedade e à comunidade médica está atualmente muito dependente deste tipo de associações. A nível nacional, são vastos, contínuos e em número crescente os projetos em que a RRD está envolvida, alguns deles de muito sucesso, nomeadamente na área metabólica, na Fibrose Quística, na Cistinose Nefropática, em Linfomas Cutâneos, na Acromegalia, no Síndrome de Cushing, no Tumor de Wilms, na Doença de Wilson, na Porfiria Hepática Aguda, entre outras.

O futuro da companhia passa por continuar a apoiar estas sociedades e associações, mas também pela criação de novas entidades e grupos de discussão que possam gerar maior partilha de experiências e enriquecer conhecimento.

A responsabilidade e a nossa função enquanto companhia farmacêutica, será sempre numa perspetiva de integração e de encontro do equilíbrio entre as diferentes entidades e associações envolvidas dos diferentes quadrantes e contextos sociais, funcionando como "ponte comum" entre todas elas. Este trabalho multidisciplinar que desempenhamos tem como ambição não só gerar mais conhecimento e rigor científico, como também fomentar a união e maximizar a fluidez de comunicação de toda a rede de saúde em Portugal.

 

 


 

A importância da I&D no desenvolvimepto de novos fármacos?

A importância da introdução de novos fármacos, através de programas de investigação, bem como de parcerias com outras empresas e centros de estudo, é o compromisso criado entre a RRD e a sociedade, uma premissa fundamental para o desenvolvimento do tratamento das doenças raras.

O grupo Recordati desenvolve constantemente novos produtos, investigados e criados internamente, ou através de aquisições e/ou parcerias de desenvolvimento com outras companhias farmacêuticas e centros de excelência.

A importância da I&D prende-se com o compromisso, o rigor científico e as competências altamente personalizadas, que permitirão desenvolver futuros novos tratamentos e simultaneamente continuar a contar no seu portfólio com produtos inovadores e de excelência.

É desta forma que a companhia se compromete a apoiar as famílias afetadas com doenças raras através da pesquisa, desenvolvimento de novas terapias, gerando e partilhando conhecimento por toda a comunidade médica.

1 - EURORDIS é uma aliança não-governamental de associações de doentes centrada nos próprios doentes.

 


Fonte: País Positivo