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O QUE É MAXIUS® SOLUÇÃO PULVERIZAÇÃO BOCAL (SPRAY) 

Maxius® pertence ao grupo dos medicamentos que atuam na boca e orofarínge, de aplicação tópica.

 

Indicações terapêuticas 

Maxius® está indicado no tratamento de inflamações e infeções da orofaringe nomeadamente estomatites (excluindo graves), gengivites, odinofagia e faringite (excluindo amigdalite).

Não tome Maxius® se tem alergia (hipersensibilidade) à substância ativa ou a qualquer outro componente de Maxius®.

 

Qual a composição de Maxius® solução pulverização bocal (spray)

A substância ativa é Iodeto de tibezónio. Os outros componentes são: 

Solução para pulverização bucal: Polissorbato 20, éter monoetílico do dietilenoglicol, aroma de água tónica, sacarina sódica, trolamina, etanol, simeticone, amarelo de quinoleína (E104), azul patenteado V (E131), água purificada. 

 

Qual o aspeto de Maxius® solução pulverização bocal (spray) e conteúdo da embalagem 

Solução para pulverização bucal, límpida e verde. 

Maxius®, 0,5 mg/ml, solução para pulverização bucal: Frasco de PVC âmbar contendo 40 ml de solução, com pulverizador mecânico.

A solução para pulverização bucal contém 0,5 mg de iodeto de tibezónio por mililitro. 

Excipientes: Maxius®, 0,5 mg/ml, solução para pulverização bucal Etanol ……………… 0,125 ml/ml 

Lista completa de excipientes, ver folheto incluso no produto.

 

Contra-indicações 

Hipersensibilidade ao iodeto de tibezónio ou a qualquer dos excipientes de Maxius®.

 

PROPRIEDADES FARMACODINÂMICAS

Grupo farmaco-terapêutico: 6.1.1. – Aparelho digestivo. Medicamentos que atuam na boca e orofarínge. De aplicação tópica. Código ATC: A01AB15 
O iodeto de tibezónio, é dotado de atividade antibateriana e viricida, demonstrando nos ensaios in vitro uma ação antibateriana seletiva sobre microorganismos Gram positivos potencialmente patogénicos para a cavidade orofaríngea, nomeadamente Streptococcus pyogenes e outros Streptococci b-hemolíticos, Staphylococcus aureus, Diplococci e Corynebateria. Estudos in vitro demonstraram também atividade do iodeto de tibezónio sobre o vírus da gripe. A atividade antibateriana é independente da presença de placa bateriana, de exsudados e de serosidades e as variações do pH salivar não determinam qualquer perda de atividade. 

 

PROPRIEDADES FARMACOCINÉTICAS 

Maxius® é utilizado exclusivamente em aplicação tópica na cavidade oro-faríngea e a sua ação é local, pelo que, o iodeto de tibezónio praticamente não é absorvido sendo por isso destituído de efeitos sistémicos. Os baixos níveis detetados no plasma e particularmente na urina (entre 0,3 e 0,6%) indicam que o iodeto de tibezónio e os seus metabolitos são fracamente absorvidos, sendo a sua excreção efetuada principalmente pelas fezes (até 50% em 48 horas; cerca de 90% em 120 horas). Quimicamente o iodeto de tibezónio apresenta-se como um derivado da 1,5- benzodiazepina, e após a administração oral em ratos e em macacos, esta substância é hidrolisada no meio ácido gástrico em dois metabolitos: um benzodiazepínico e um sal de amónio quaternário. O metabolito benzodiazepínico é provavelmente absorvido e, devido ao efeito de primeira passagem, é biotransformado no fígado em metabolitos que possuem uma grande afinidade para a bílis e são eventualmente excretados nas fezes.

 

Maxius® comercializa-se sob as seguintes formas:

Maxius®, 5 mg, pastilhas (sem açúcar)

Maxius®, 0,5 mg/ml, solução para pulverização bucal

Maxius®, 0,5 mg/ml, solução para gargarejar