+351 21 432 95 00




O QUE É MAXIUS® PASTILHAS (SEM AÇÚCAR)   

Maxius® pertence ao grupo dos medicamentos que atuam na boca e orofarínge, de aplicação tópica.

 

Indicações terapêuticas

Maxius® está indicado no tratamento de inflamações e infeções da boca, garganta e gengivas, nomeadamente: estomatites (excluindo graves), gengivites, odinofagia (dor de garganta) e faringite (excluindo amigdalite).

Não tome Maxius® se tem alergia (hipersensibilidade) à substância ativa ou a qualquer outro componente de Maxius®.

 

Qual a composição de Maxius® Pastilhas (sem açúcar)

A substância ativa é Iodeto de tibezónio. Os outros componentes são:

Pastilhas sem açúcar: sorbitol, manitol, estearato de magnésio, aroma de menta, glicirrizinato de amónio, óleo vegetal hidrogenado, carbonato de magnésio. 

 

Qual o aspeto de Maxius®  Pastilhas (sem açúcar) e conteúdo da embalagem 

Pastilhas (sem açúcar), de cor branca/branco marfim. 

Maxius®, 5 mg, pastilhas (sem açúcar): Blister de Alumínio/PVC/PVDC termosoldado contendo 5 pastilhas cada. Embalagens de 1 ou 4 blisters. 

Uma pastilha contém 5 mg de iodeto de tibezónio

Excipientes: Maxius®, 5 mg, pastilhas (sem açúcar): Sorbitol …………… 1325 mg 

Lista completa de excipientes, ver folheto incluso no produto.

 

Contra-indicações 

Hipersensibilidade ao iodeto de tibezónio ou a qualquer dos excipientes de Maxius®.

 

PROPRIEDADES FARMACODINÂMICAS 

Grupo farmaco-terapêutico: 6.1.1. – Aparelho digestivo. Medicamentos que atuam na boca e orofarínge. De aplicação tópica. Código ATC: A01AB15 
O iodeto de tibezónio, é dotado de atividade antibateriana e viricida, demonstrando nos ensaios in vitro uma ação antibateriana seletiva sobre microorganismos Gram positivos potencialmente patogénicos para a cavidade orofaríngea, nomeadamente Streptococcus pyogenes e outros Streptococci b-hemolíticos, Staphylococcus aureus, Diplococci e Corynebateria. Estudos in vitro demonstraram também atividade do iodeto de tibezónio sobre o vírus da gripe. A atividade antibateriana é independente da presença de placa bateriana, de exsudados e de serosidades e as variações do pH salivar não determinam qualquer perda de atividade. 

 

PROPRIEDADES FARMACOCINÉTICAS

Maxius® é utilizado exclusivamente em aplicação tópica na cavidade oro-faríngea e a sua ação é local, pelo que, o iodeto de tibezónio praticamente não é absorvido sendo por isso destituído de efeitos sistémicos. Os baixos níveis detetados no plasma e particularmente na urina (entre 0,3 e 0,6%) indicam que o iodeto de tibezónio e os seus metabolitos são fracamente absorvidos, sendo a sua excreção efetuada principalmente pelas fezes (até 50% em 48 horas; cerca de 90% em 120 horas). Quimicamente o iodeto de tibezónio apresenta-se como um derivado da 1,5- benzodiazepina, e após a administração oral em ratos e em macacos, esta substância é hidrolisada no meio ácido gástrico em dois metabolitos: um benzodiazepínico e um sal de amónio quaternário. O metabolito benzodiazepínico é provavelmente absorvido e, devido ao efeito de primeira passagem, é biotransformado no fígado em metabolitos que possuem uma grande afinidade para a bílis e são eventualmente excretados nas fezes.

 

Maxius® comercializa-se sob as seguintes formas:

Maxius®, 5 mg, pastilhas (sem açúcar) 

Maxius®, 0,5 mg/ml, solução para pulverização bucal 

Maxius®, 0,5 mg/ml, solução para gargarejar