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O QUE É DOLOMATE® 200 E PARA QUE É UTILIZADO 

Dolomate® 200 mg pó para suspensão oral ibuprofeno

Dolomate® 200 tem como substância ativa o ibuprofeno a quem deve as propriedades farmacológicas: analgésico, antipirético e anti-inflamatório não esteróide apresentado sob a forma de sal solúvel, lisinato de ibuprofeno. Dolomate® 200 está indicado para o tratamento de dores musculares ligeiras a moderadas, cefaleias ligeiras a moderadas e para situações de febre de qualquer etiologia (inferior a três dias). Dolomate® 200 está também indicado na dismenorreia primária.

 

Qual a composição Dolomate® 200

A substância ativa é o ibuprofeno. Cada saqueta contém 200 mg de ibuprofeno na forma de lisinato de ibuprofeno (341,67 mg). Os outros componentes são: β-ciclodextrina, aroma de limão, sacarina sódica, ciclamato de sódio, citrato de sódio e sacarose.

 

Qual o aspeto de Dolomate® 200 e conteúdo da embalagem

Dolomate® 200 apresenta-se na forma farmacêutica de para suspensão oral em saquetas. Cada embalagem contém 20 saquetas doseadas a 200 mg de ibuprofeno.

 

Composição qualitativa e quantitativa

Cada saqueta contém: Substância ativa Ibuprofeno (DCI) 200 mg (equivalente a 341,67 mg de lisinato de ibuprofeno). Excipiente(s): Sacarose – 633,33 mg. Lista completa de excipientes: ver folheto incluso no produto.

 

Forma farmacêutica

Pó para suspensão oral.

 

Indicações terapêuticas

Dolomate® 200 está indicado para o tratamento de dores musculares ligeiras a moderadas, cefaleias ligeiras a moderadas e para situações de febre de qualquer etiologia (inferiores a três dias). Dolomate® 200 é indicado também para a dismenorreia primária.

 

Propriedades farmacodinâmicas 

Grupo Farmacoterapêutico: 9.1.3. Aparelho locomotor. Anti-inflamatórios não esteróides. Derivados do ácido propiónico. Código ATC: M01AE01

O ibuprofeno é um fármaco analgésico que tem simultaneamente propriedades analgésicas, antipiréticas e anti-inflamatórias. É derivado do ácido fenilpropiónico, a sua ação analgésica é não narcótica e a sua atividade farmacológica consiste na inibição da síntese das prostaglandinas a um nível periférico. Os dados experimentais sugerem que o ibuprofeno pode inibir o efeito de doses baixas ácido acetilsalicílico ao nível da agregação plaquetária quando estes medicamentos são administrados concomitantemente. Num estudo, quando foram administrados 400 mg de ibuprofeno em dose única, 8 horas antes ou 30 minutos após administração de 81 mg de ácido acetilsalicílico de libertação imediata, verificou-se a diminuição do efeito do ácido acetilsalicílico na formação de tromboxano ou na agregação plaquetária. No entanto, devido às limitações destes dados e ao grau de incerteza inerente à extrapolação de dados ex vivo para situações clínicas não é retirar conclusões definitivas relativamente à administração habitual de ibuprofeno. Não é provável que se verifiquem efeitos clinicamente relevantes na ação cardioprotetora do AAS decorrentes da administração ocasional de ibuprofeno.

 

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